Holding Familiar

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“Que seja feita a minha vontade”

A perda de um familiar sempre é um momento de grande sofrimento, que perdura por um longo tempo e as vezes ser atenuado com um processo desgastante de inventário, que pode durar anos, ser muito oneroso e com grandes chances de não externar a vontade do de cujos.

O planejamento sucessório deveria ser regra, mas infelizmente isso não ocorre, assim quando não há testamento, é necessário iniciar o inventário, todavia esse processo impossibilita a movimentação dos bens, deixando a família por vezes em uma situação ao menos desconfortável. Temos nesse cenário uma terceira via, uma nova opção de planejamento sucessório, onde o patrono destina em visa seus bens e ainda pode colocar cláusulas para fruição dos mesmos.

Estamos falando do “Holding Familiar”, em tese é criada uma empresa que irá administrar os bens do patriarca,, ocorrendo assim a transferência de todo patrimônio para essa pessoa jurídica, que irá guardar esses bens até a sucessão, o que pode ocorrer até de forma imediata, desde que prevista em contrato.

Importante salientarmos que o “Holding Familiar” pode não se encaixar em alguns casos, deve-se antes de sua criação, além de planejamento, é necessário treinar as partes envolvidas e analisar a compatibilidade para trabalho e administração em conjunto, caso isso não ocorra o patrimônio pode ruir devido a interesses distintos.

O planejamento sucessório além de evitar conflitos familiares é menos oneroso, a fruição dos bens ocorre de forma mais célere, fazendo assim prevalecer a vontade do falecido.

Autoras:

Isabela Rodrigues Pomini
Mara Cristina Sampaio
Vanessa Mendes de Matos Eugênio

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