Tecnologia, pandemia e direito processual do trabalho

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O ano de 2020 ficará marcado na memória de todos os brasileiros principalmente em decorrência da chegada da pandemia, COVID19, no território pátrio de maneira avassaladora, porém os efeitos trazidos vão muito além dos aspectos de saúde perpassam por: comportamentos políticos, divisões sociais, baixo padrão cultural, baixa estima e a falta de perspectiva de vida contribuindo para que uma parcela gigantesca da sociedade banalizasse ou minimizasse extremamente o vírus e suas consequências.

Este estudo tem como pano de fundo o cenário supracitado, mas seu objetivo é discutir como no meio deste “novo normal”, a justiça do trabalho teve que se adaptar para que os processos simplesmente não parassem, o Estado Democrático de Direito estagnasse e a barbárie tomasse conta das relações trabalhistas, as quais, diga-se de passagem, ficaram em estado de ebulição contínua durante todo o período.

Vive-se na chamada terceira Revolução Industrial, da tecnologia da informação e comunicação, de forma que o incremento tecnológico no direito processual se tornou imperativo e como não poderia deixar de ser, trouxe em anexo benefícios e malefícios
no cotidiano dos operadores do direito que militam na seara trabalhista.

Autor:

Wilton Silva Oliveira, bacharel em Direito, UNYAHNA, 2016. Especialista em Direito do Trabalho Material e Processual, FAEL, 2018. Especialista em Direito Civil Teoria Geral e Contratos, FAMEESP, 2020

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